Você está acompanhado de amigos. Um lê uma revista antiga, outro folheia um jornal, outro apenas espera.
As luzes se enfraquecem...
Calmamente, um jagunço de uns 30 anos - aparentando 40 - armado até os dentes, vem a passos lentos e o cheiro insuportável e ácido de cachaça com suor entram em suas narinas e queimam seus receios.
Vocês trocam olhares, cheiros, toques. O jagunço diz o que queria e sai; ninguém fala nada.
As luzes se enfraquecem...
Calmamente, um jagunço de uns 30 anos - aparentando 40 - armado até os dentes, vem a passos lentos e o cheiro insuportável e ácido de cachaça com suor entram em suas narinas e queimam seus receios.
Vocês trocam olhares, cheiros, toques. O jagunço diz o que queria e sai; ninguém fala nada.
"Se Deus vier pro sertão, dessa vez que venha armado..."
Um sorridente e cortês senhor vai ao seu encontro e convida você e seus amigos a passearem por lugares nunca antes visitados: As profundas de uma memória.
Paixões, brigas, mortes, devaneios, medos são vividos pelos espectadores numa fascinante visita à memória de um povo que nos rios, na bala, na terra ou no mato encontravam a verdadeira felicidade.
Escrito e Dirigido por Rudifran Pompeu,
"A Casa" - Espetáculo itinerante onde a platéia acompanha os atores em 2 andares de um casarão, vivenciando a memória de um povo marcado pelo sangue da terra e que morre na virtude do aço.
Paixões, brigas, mortes, devaneios, medos são vividos pelos espectadores numa fascinante visita à memória de um povo que nos rios, na bala, na terra ou no mato encontravam a verdadeira felicidade.
Escrito e Dirigido por Rudifran Pompeu,
"A Casa" - Espetáculo itinerante onde a platéia acompanha os atores em 2 andares de um casarão, vivenciando a memória de um povo marcado pelo sangue da terra e que morre na virtude do aço.
Rua Major Diogo, 91 - Centro
Quintas-feiras: 21h
Sábados: 21h
Domingos: 17h
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