- Seus olhos me lembram tanta coisa... O mar, o infinito, um mundo misterioso, o reflexo do céu.
- Mas o mar é perigoso...
- Discordo. As pessoas que se colocam em perigo.
- Mas o mar não é muito grande para você? Não tem medo?
- Não, adoro o mar. Sempre adorei.
- E o infinito que tanto fala? Descreva o infinito para mim, rapidamente, sem pensar muito.
- Infinito... ele representa o tudo e o nada ao mesmo tempo.
- Como assim?
- A segurança do "para sempre" e a incerteza do "nunca chegará".
- O nada recorda vazios, sulcos, buracos que podem ser preenchidos. O tudo te transborda, te enche, mas seu limite é eminente. Escolha. O tudo ou o nada?
- hmmmmm. o Nada.
- Mas o mar é perigoso...
- Discordo. As pessoas que se colocam em perigo.
- Mas o mar não é muito grande para você? Não tem medo?
- Não, adoro o mar. Sempre adorei.
- E o infinito que tanto fala? Descreva o infinito para mim, rapidamente, sem pensar muito.
- Infinito... ele representa o tudo e o nada ao mesmo tempo.
- Como assim?
- A segurança do "para sempre" e a incerteza do "nunca chegará".
- O nada recorda vazios, sulcos, buracos que podem ser preenchidos. O tudo te transborda, te enche, mas seu limite é eminente. Escolha. O tudo ou o nada?
- hmmmmm. o Nada.
E assim começou a história da...
... Princesa Sofia
Era uma vez...
Um comentário:
Adorable.
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