Esses dias, estava lendo um livro sobre liderança e deparei-me com a seguinte colocação: "Não vemos o mundo como ele é, mas como nós somos" e, novamente, pensava e debatia sobre Paradigmas.
Este é um tema que um dia escreverei uma tese. Meses atrás, já discursei sobre isto nesse blog, mas agora, vou utilizar o mesmo tema para falar sobre um aspecto diferente do que o rodeia.
Paradigmas são pensamentos enraizados, padrões psicológicos, modelos ou mapas que usamos para navegar na vida. Vou exemplificar de uma forma bem simples:
Imagine que você use um óculos com lentes verdes. Pronto! Tudo e todos que você verá sofrerão alterações na cor e serão sempre imagens esverdeadas. Assim são nossos paradigmas; lentes que se instalam em nosso cérebro e filtram tudo o que vemos, sentimos e pensamos.
E são os nossos paradigmas, que nem sempre são ruins, que nos dão nossa marca, nosso estilo, nosso jeito de ser.
Conhece aquela música do WhiteSnake, "Too many tears"?
Isto é um exemplo mais que real para mim.
Parece que nunca é por acaso. Ela sempre resolve aparecer no meu rádio em todo início ou final de relacionamento, e é absurda a forma que a mesma música é captada de formas diferentes por meus ouvidos.
Ora eu ouço a música com um ar apaixonado e pensando em minha amada e nas lágrimas de alegria que a música imprime, ora da forma mais melancólica possível e nas lágrimas de tristeza caindo ao chão.
Alguns afirmam que paradigmas, mesmo que com muito esforço, são praticamente impossíveis de serem quebrados, outros, contrariamente dizem que com algum esforço, podemos mudar nossa forma de pensar, de agir, de ser e mudar as lentes do nosso óculos cerebral.
E eu, bom, eu acho que deveríamos colecionar paradigmas e ter uma gaveta cheia de lentes para poder trocá-las todos os dias e sentir sensações diferentes vindas de um mesmo lugar. Ver o mundo amarelo na segunda-feira, vermelho na terça e assim por diante.
E como diz minha irmã:
A música não é triste; nós é que somos. A música é apenas, música.
Este é um tema que um dia escreverei uma tese. Meses atrás, já discursei sobre isto nesse blog, mas agora, vou utilizar o mesmo tema para falar sobre um aspecto diferente do que o rodeia.
Paradigmas são pensamentos enraizados, padrões psicológicos, modelos ou mapas que usamos para navegar na vida. Vou exemplificar de uma forma bem simples:
Imagine que você use um óculos com lentes verdes. Pronto! Tudo e todos que você verá sofrerão alterações na cor e serão sempre imagens esverdeadas. Assim são nossos paradigmas; lentes que se instalam em nosso cérebro e filtram tudo o que vemos, sentimos e pensamos.
E são os nossos paradigmas, que nem sempre são ruins, que nos dão nossa marca, nosso estilo, nosso jeito de ser.
Conhece aquela música do WhiteSnake, "Too many tears"?
Isto é um exemplo mais que real para mim.
Parece que nunca é por acaso. Ela sempre resolve aparecer no meu rádio em todo início ou final de relacionamento, e é absurda a forma que a mesma música é captada de formas diferentes por meus ouvidos.
Ora eu ouço a música com um ar apaixonado e pensando em minha amada e nas lágrimas de alegria que a música imprime, ora da forma mais melancólica possível e nas lágrimas de tristeza caindo ao chão.
Alguns afirmam que paradigmas, mesmo que com muito esforço, são praticamente impossíveis de serem quebrados, outros, contrariamente dizem que com algum esforço, podemos mudar nossa forma de pensar, de agir, de ser e mudar as lentes do nosso óculos cerebral.
E eu, bom, eu acho que deveríamos colecionar paradigmas e ter uma gaveta cheia de lentes para poder trocá-las todos os dias e sentir sensações diferentes vindas de um mesmo lugar. Ver o mundo amarelo na segunda-feira, vermelho na terça e assim por diante.
E como diz minha irmã:
A música não é triste; nós é que somos. A música é apenas, música.
"Too many tears"
(coverdale/vandenberg)
(coverdale/vandenberg)
I used to be the man for you,
Did everything you wanted me to,
So, tell me, baby,
What did I do wrong...
I told you what you wanted to know,
Precious secrets never spoken before.
All Im asking,
Where did I go wrong...
Some things are better left unsaid,
But, all I do is cry instead,
Now, Ive cried me a river,
Thinking how it used to be...
Thereve been too many tears falling,
And thereve been too many hearts
Breaking in two.
Remember what we had together,
Believing it would last forever.
So, tell me, baby,
Where did I go wrong...
Everything I had was yours,
More than I have ever given before,
So, wont you tell me
Did I hurt you so bad...
I guess Im fooling myself,
cause I want you and no one else.
And I cant understand
Why youre doing these things to me...
Thereve been too many tears falling,
And thereve been too many hearts
Breaking in two...
Remember what we had together,
Believing it would last forever.
So, tell me, baby,
Where did I go wrong, where did I go wrong...
Now my heart is breaking,
My whole world is shaking,
cause I cant understand
Why youre doing these things to me...
Thereve been too many tears falling,
And thereve been too many hearts
Breaking in two...
Remember what we had together,
Believing it would last forever...
So, tell me, baby,
Where did I go wrong...
2 comentários:
Gostei!
Afinal, são só músicas!
Finalmente já sei o que postar.
É incrível como os momentos da vida influenciam nossos paradigmas... Eu conheço uma música há anos e só agora a vejo com outros olhos.. Não que agora ela seja mais certa.. Mas faz mais sentido para mim..
Afinal, são só músicas!
Mas, ah, que sentido que faz..
Postar um comentário