Parte 1: Por Rafael Baltresca
Tam, tam, tanam.
Tam, tanam, tanam, tanaaaam.
O céu estava limpo naquela manhã chuvosa.
Muitas lágrimas se ouviam no dia em que a morte chegou.
Fúnebremente, a cor-de-carvão-molhado trajava os espectadores ainda limpinhos.
Deles, os passos lentos empurravam o pó pra frente e pra cima.
Abre-se espaço no mar de gente.
A grande caixa vem, aberta, e umidecida pela falta de sorriso dos espectadores.
Parte 2: Por Ana M. Costa
(Aguardando postagem)
Um comentário:
Da sorte desapiedada, concedido não será
No mar de gente há lágrimas e prantos a derramar.
Se amou as artes, tem no povo a posteridade
Tem apurado o nome e a glória e também ganhou as páginas da história.
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