Sexta-feira, 18h01.
Olá. Eu sou maníaco.
Sim, maníaco. Desses que explodem bombas, matam velhinhas, abusam sexualmente de animais etc. Imagino que você já tenha ouvido falar de mim. Bom, para não deixar as coisas muito impessoais, vamos criar um nome fictício para mim: você pode me chamar de Aníbal Antunes José Ferreira Martins Oliveira.
Agora estou no centro de São Paulo, pensando em algum terror para fazer. Porque, se você não sabe, isto é o que nos dá prazer. Fazer terror, colocar pânico nas pessoas etc... A troco de quê? De fama, cartazes, notícias de jornais etc.
Quero fazer algo diferente hoje. Algo que eu nunca fiz.
Algo que seja mais macabro do que simplesmente sufocar velhinhas, explodir ônibus, torturar crianças. Quero algo que eu nunca fiz... já sei. Um ato de masoquismo em dupla. Isso. Quero torturar e ser torturado ao mesmo tempo. Provavelmente será uma experiência fantástica. Mas tem que ser muito forte.
Hmmm. Pode ver aquela senhora na escada rolante? Que tal se eu pulasse no pescoço dela e caíssemos, nós dois, no andar de baixo?
Não. Muito fraco.
Já sei. Olha aquele mendigo fora do prédio. Vou pegá-lo pelo cabelo sujo e vou nos jogar debaixo daquele ônibus.
Não. Muito simples.
Pronto! Pego um avião, mato o piloto e o copiloto. Aí o avião cai e apagamos uma centena.
Não. Muito normal.
Pensa, pensa, cabecinha. Pense em algo que realmente fira as entranhas de uma pessoa. Que seja sujo, imoral, que humilhe, traumatize, silencie e sufoque alguém.
Difícil pensar. Difícil encontrar algo que realm... Bingo!
Como eu não tinha pensado em algo tão insano antes? Como?
- Moço do taxi, por gentileza, poderia me levar até este bairro aqui?
- Claro senhor. Tem alguma rodovia de preferência?
- Depende. Que dia é hoje?
- Sexta-feira.
- Que horas são?
- 18h30.
- Ótimo. Vamos pela marginal Tietê.
Insano. Bingo!
Olá. Eu sou maníaco.
Sim, maníaco. Desses que explodem bombas, matam velhinhas, abusam sexualmente de animais etc. Imagino que você já tenha ouvido falar de mim. Bom, para não deixar as coisas muito impessoais, vamos criar um nome fictício para mim: você pode me chamar de Aníbal Antunes José Ferreira Martins Oliveira.
Agora estou no centro de São Paulo, pensando em algum terror para fazer. Porque, se você não sabe, isto é o que nos dá prazer. Fazer terror, colocar pânico nas pessoas etc... A troco de quê? De fama, cartazes, notícias de jornais etc.
Quero fazer algo diferente hoje. Algo que eu nunca fiz.
Algo que seja mais macabro do que simplesmente sufocar velhinhas, explodir ônibus, torturar crianças. Quero algo que eu nunca fiz... já sei. Um ato de masoquismo em dupla. Isso. Quero torturar e ser torturado ao mesmo tempo. Provavelmente será uma experiência fantástica. Mas tem que ser muito forte.
Hmmm. Pode ver aquela senhora na escada rolante? Que tal se eu pulasse no pescoço dela e caíssemos, nós dois, no andar de baixo?
Não. Muito fraco.
Já sei. Olha aquele mendigo fora do prédio. Vou pegá-lo pelo cabelo sujo e vou nos jogar debaixo daquele ônibus.
Não. Muito simples.
Pronto! Pego um avião, mato o piloto e o copiloto. Aí o avião cai e apagamos uma centena.
Não. Muito normal.
Pensa, pensa, cabecinha. Pense em algo que realmente fira as entranhas de uma pessoa. Que seja sujo, imoral, que humilhe, traumatize, silencie e sufoque alguém.
Difícil pensar. Difícil encontrar algo que realm... Bingo!
Como eu não tinha pensado em algo tão insano antes? Como?
- Moço do taxi, por gentileza, poderia me levar até este bairro aqui?
- Claro senhor. Tem alguma rodovia de preferência?
- Depende. Que dia é hoje?
- Sexta-feira.
- Que horas são?
- 18h30.
- Ótimo. Vamos pela marginal Tietê.
Insano. Bingo!
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