Quantos votos de Feliz Natal você já mandou nesta semana? E quantos já recebeu?É, digo mandou e recebeu porque agora este clichê eletrônico está na moda. Com o advento dos e-mails, ganhamos o e-clichê.
Esses dias recebi um e-mail com o título "Meus votos...". Bom, o resto eu não me lembro, pois, antes de chegar a mensagem toda, ela já tinha sido apagada. Sem dó.
Depois de alguns dias vim a descobrir que não era "Meus votos de Feliz Natal" como imaginava, mas sim, "Meus votos recebidos na última eleição". Era do síndico do meu prédio, grande amigo. Coitado.
Pedi para enviar de novo. Ainda bem que ele entendeu a minha indignação....
Antes de explicá-la, responda a seguinte questão:
Quando você recebe um virtual - ou real - "Feliz Natal!", você...
a) Se comove?
b) Se alegra?
c) Fica puto?
d) Continua igual?
Se a sua resposta for a d, qual é a motivação, ou seja, o motivo que o leva a desejar um Feliz Natal para os seus amigos, ou pior, para toda a sua lista de e-mails?
Vou a fundo: A comunicação é baseada em interpretações.
Você vê, ouve ou sente algo. Esta informação é passada para o cérebro que interpreta o que foi recebido, daí, temos uma reação. Esta reação, que pode ser um sorriso, uma cara de mal ou apenas um sentimento interno, fecha o ato da comunicação.
Se uma informação é passada e a mesma não provoca nenhum sentimento, qual é o significado dela? Nenhum!
É aí que mora o problema do Feliz Natal - entenda "Feliz Natal", "Feliz Páscoa", "Feliz Ano Novo" e extrapolo para "Feliz Aniversário com muita saúde, paz e dinheiro": E daí? O que muda? Se não serve pra nada, pra que dizer? Para manter a clichezisse aguda depois de uma despedida sem-assunto, ou para aumentar seu marketing pessoal em suas mensagens virtuais?
Bom, faça o que quiser, mas eu já decidi. Quando ouço um clichê desses, dou um sorrisinho maroto e só. Nem me atrevo a retribuir o que eu sei que não vai servir para nada. Prefiro guardar minhas energias natalinas pra hora da ceia, o fim do peru. Xiii, a ceia natalina. Isso dá outro post regado à lentilhas e panetones.
Por hora, fico por aqui.
E aproveito para desejar-lhe um feliz natal, feliz ano novo, feliz páscoa, feliz dia da árvore, feliz dia do índio e o que mais você quiser engolir. Junto com o peru.
Pra você e pra quem for da sua família.
Antes de explicá-la, responda a seguinte questão:
Quando você recebe um virtual - ou real - "Feliz Natal!", você...
a) Se comove?
b) Se alegra?
c) Fica puto?
d) Continua igual?
Se a sua resposta for a d, qual é a motivação, ou seja, o motivo que o leva a desejar um Feliz Natal para os seus amigos, ou pior, para toda a sua lista de e-mails?
Vou a fundo: A comunicação é baseada em interpretações.
Você vê, ouve ou sente algo. Esta informação é passada para o cérebro que interpreta o que foi recebido, daí, temos uma reação. Esta reação, que pode ser um sorriso, uma cara de mal ou apenas um sentimento interno, fecha o ato da comunicação.
Se uma informação é passada e a mesma não provoca nenhum sentimento, qual é o significado dela? Nenhum!
É aí que mora o problema do Feliz Natal - entenda "Feliz Natal", "Feliz Páscoa", "Feliz Ano Novo" e extrapolo para "Feliz Aniversário com muita saúde, paz e dinheiro": E daí? O que muda? Se não serve pra nada, pra que dizer? Para manter a clichezisse aguda depois de uma despedida sem-assunto, ou para aumentar seu marketing pessoal em suas mensagens virtuais?
Bom, faça o que quiser, mas eu já decidi. Quando ouço um clichê desses, dou um sorrisinho maroto e só. Nem me atrevo a retribuir o que eu sei que não vai servir para nada. Prefiro guardar minhas energias natalinas pra hora da ceia, o fim do peru. Xiii, a ceia natalina. Isso dá outro post regado à lentilhas e panetones.
Por hora, fico por aqui.
E aproveito para desejar-lhe um feliz natal, feliz ano novo, feliz páscoa, feliz dia da árvore, feliz dia do índio e o que mais você quiser engolir. Junto com o peru.
Pra você e pra quem for da sua família.
Ah, uma informação muito mais importante e relevante que "Feliz Natal": O síndico do meu prédio foi reeleito.
Ele teve, como sempre,...
Ótimos votos!
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