Saiu de casa e foi numa granja mais próxima:
- Tem pato?
- Coxa ou sobrecoxa?
- Não, quero um vivo.
- Vivo? Deve ter, mas é mais caro.
- Me dá o maior.
E assim foi feito.
Já em casa, com uma tesoura pouco afiada, ia cortando, com a delicadeza de uma chef de cozinha, as azinhas do pobre coitado. O patinho chorava, gritava, uivava. E ela, uivava junto, aproveitando cada momento de dor.
Pronto, as duas já estavam cortadas. Agora as asas não lhe faltavam mais.
Era um anjinho completo.
continua...
Um comentário:
Agora a gente pega ele e faz ao molho de laranja e serve com purê de batatas!!
Hummmmmm!!! Meu pato predileto, quer dizer prato predileto!!
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