Ainda pensando no pesadelo que teve na noite anterior, Carlos se apóia na parede e começa a contar suas moedas que estavam no bolso, só para passar o tempo.
Cinco, dez, quinze minutos e nada. Nem Julia, nem ônibus. Carlos tentava pensar no trabalho, nos estudos, em alguma coisa, mas sua mente não mais podia se livrar da menina de seus últimos sonhos.
Um barulho de carro em alta velocidade passou por ele e já foi suficiente para desviar sua atenção, franzir suas sobrancelhas e ver a menina chegar. Seus cabelos negros, lisos, na altura da orelha balançavam como num filme dos que Carlos gostava de ver nos sábados de chuva. Ele abriu um sorriso, sentiu seu coração palpitar, mas não entendeu nada quando a menina não parou lhe dizer um olá. Ela apenas retribuiu o gesto, por educação, com um sorriso mais contido.
Mantiveram-se por alguns minutos afastados até o ônibus chegar. Subiram, pagaram e não se sentaram juntos como esperava Carlos. A menina continuou andando pelo ônibus e escolheu o último lugar. Bem longe dele.
_Mulheres são loucas. Não pode ser. Ontem ela estava cheio de papinho, de sorrisinhos, e agora nem um oi?, pensava Carlos transtornado com a indiferença da menina.
_Acho que louco mesmo sou eu, continuava nas viagens mentais. Louco de amor, de paixão.
Ela, por sua vez, tentava imaginar como era o abraço, o cheiro e o beijo daquele estranho que acabara de encontrar. E quando ele olhava para trás, fazia o coração dela bater mais forte.
Cenas dos próximos capítulos:
O quebra-cabeça começa a se encaixar. Como a mesma menina que pega o ônibus antes de Carlos chega atrasada e sobe no mesmo coletivo? Você acredita em fantasma? Carlos ainda não tem peças suficientes para resolver este enigma. Talvez você tenha. Aguarde a Cena 6 de Um outro amor. Uma mini-novela em 14 mini-capítulos.
Merchan: Esta novela é apoiada por Palestras Motivacionais, HipnoMasters.com.br e OMagico.com.
Cinco, dez, quinze minutos e nada. Nem Julia, nem ônibus. Carlos tentava pensar no trabalho, nos estudos, em alguma coisa, mas sua mente não mais podia se livrar da menina de seus últimos sonhos.
Um barulho de carro em alta velocidade passou por ele e já foi suficiente para desviar sua atenção, franzir suas sobrancelhas e ver a menina chegar. Seus cabelos negros, lisos, na altura da orelha balançavam como num filme dos que Carlos gostava de ver nos sábados de chuva. Ele abriu um sorriso, sentiu seu coração palpitar, mas não entendeu nada quando a menina não parou lhe dizer um olá. Ela apenas retribuiu o gesto, por educação, com um sorriso mais contido.
Mantiveram-se por alguns minutos afastados até o ônibus chegar. Subiram, pagaram e não se sentaram juntos como esperava Carlos. A menina continuou andando pelo ônibus e escolheu o último lugar. Bem longe dele.
_Mulheres são loucas. Não pode ser. Ontem ela estava cheio de papinho, de sorrisinhos, e agora nem um oi?, pensava Carlos transtornado com a indiferença da menina.
_Acho que louco mesmo sou eu, continuava nas viagens mentais. Louco de amor, de paixão.
Ela, por sua vez, tentava imaginar como era o abraço, o cheiro e o beijo daquele estranho que acabara de encontrar. E quando ele olhava para trás, fazia o coração dela bater mais forte.
Cenas dos próximos capítulos:
O quebra-cabeça começa a se encaixar. Como a mesma menina que pega o ônibus antes de Carlos chega atrasada e sobe no mesmo coletivo? Você acredita em fantasma? Carlos ainda não tem peças suficientes para resolver este enigma. Talvez você tenha. Aguarde a Cena 6 de Um outro amor. Uma mini-novela em 14 mini-capítulos.
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Um comentário:
estou amando! beijinhus pra vc bruxonildo!
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