Vício. Pensei em procurar no dicionário o significado desta palavra, mas, obviamente, seria inútil. Não conheço uma pessoa que não entenda o que vício significa. Se você não consegue parar, você está viciado. Simples. Se fuma maconha um dia, apenas está experimentando. Se fuma para sempre, você está viciado. Se come chocolate todos os dias, você deve estar gordo. Se come toda hora, está viciado. Mas se consegue parar, está curado. Definição simples, não é?
Mas ainda não vou me aprofundar no prefácio. Como sempre, vou mudar de assunto do nada. Que está se tornando um vício. Ah!
Estudando alguns livros de neurociência - minto, foi num filme. Nunca estudei neurociência -, descobri uma definição fantástica para a paixão, amor, ou qualquer coisa que remeta à romance, corações disparando, estômagos doendo e essas coisas que você já sabe decor (ou de cor? Não sei. Ainda não decorei.) e provavelmente já viveu.
Segundo os neurocientistas, que devem conhecer muito mais do que eu do que se passa em nossa mente, quando você encontra um alguém, seus neurônios se alimentam com informações desta pessoa. Ás vezes, eles, os neurônios, simplesmente respiram, degustam, sentem essa informação e mais nada. Às vezes, eles degustam e querem mais e mais e mais. Sem parar. Pronto! Eles estão viciados pela energia, astral, magia ou qualquer coisa que você queira acreditar desta pessoa. Seu neurônio está viciado. Alucinado. Doidão.
Sabe aquela expressão "rolou a química"? É exatamente isto que ocorre. Reações químicas acontecem em nosso cérebro quando encontramos a pessoa amada. E essas reações nos fazem bem, nos viciam. Emoções alucinógenas.
Pensando desta forma, podemos tirar, ou tentar tirar algumas conclusões: O vício sempre foi considerado algo ruim para nós. Nossa mãe já dizia: "tudo que é em excesso faz mal". E vício, sendo excesso por definição, faz mal. Por sua vez, estar apaixonado é bom, diga-se que de passagem, ótimo. Mas, se estar apaixonado (que é bom) é um vício (que é ruim), estar apaixonado torna-se ruim. Mas também é bom. Ou seja, é um ruim que é bom. Entende? Não? Explicarei novamente.
Amar é bom, mas se amar é um vício, quem você ama te vicia. Fato. Mas é claro que amar é um vício bom, mas, nenhum vício é bom. É mal. Então, uma pessoa que você ama é uma pessoa má porque te vicia, mas te faz se sentir amada, que é bom, ou seja, sua cara-metade é uma pessoa boa que te dá algo de ruim, que é, na verdade, bom, então esta pessoa má, torna-se boa. É algo mal que faz bem. Mas continua mal. E bom. Entendeu agora? Não? Então você entendeu, claro.
Explico. Se você entendeu, você realmente não entendeu nada. Mas se você não entendeu nada e está ainda mais perdido, você entendeu tudo. Isso é o amor: Algo bom e ruim ao mesmo tempo que, até em sua definição, confunde quem lê, machuca quem sente e alegra quem dá. E respectivamente, vice-versa.
E como diria meu amigo otimista: Eu te amo, você me vicia.
E como diria meu amigo pessimista: Você é um vício, me faz mal.
E como eu diria: Injeta.
Mas ainda não vou me aprofundar no prefácio. Como sempre, vou mudar de assunto do nada. Que está se tornando um vício. Ah!
Estudando alguns livros de neurociência - minto, foi num filme. Nunca estudei neurociência -, descobri uma definição fantástica para a paixão, amor, ou qualquer coisa que remeta à romance, corações disparando, estômagos doendo e essas coisas que você já sabe decor (ou de cor? Não sei. Ainda não decorei.) e provavelmente já viveu.
Segundo os neurocientistas, que devem conhecer muito mais do que eu do que se passa em nossa mente, quando você encontra um alguém, seus neurônios se alimentam com informações desta pessoa. Ás vezes, eles, os neurônios, simplesmente respiram, degustam, sentem essa informação e mais nada. Às vezes, eles degustam e querem mais e mais e mais. Sem parar. Pronto! Eles estão viciados pela energia, astral, magia ou qualquer coisa que você queira acreditar desta pessoa. Seu neurônio está viciado. Alucinado. Doidão.
Sabe aquela expressão "rolou a química"? É exatamente isto que ocorre. Reações químicas acontecem em nosso cérebro quando encontramos a pessoa amada. E essas reações nos fazem bem, nos viciam. Emoções alucinógenas.
Pensando desta forma, podemos tirar, ou tentar tirar algumas conclusões: O vício sempre foi considerado algo ruim para nós. Nossa mãe já dizia: "tudo que é em excesso faz mal". E vício, sendo excesso por definição, faz mal. Por sua vez, estar apaixonado é bom, diga-se que de passagem, ótimo. Mas, se estar apaixonado (que é bom) é um vício (que é ruim), estar apaixonado torna-se ruim. Mas também é bom. Ou seja, é um ruim que é bom. Entende? Não? Explicarei novamente.
Amar é bom, mas se amar é um vício, quem você ama te vicia. Fato. Mas é claro que amar é um vício bom, mas, nenhum vício é bom. É mal. Então, uma pessoa que você ama é uma pessoa má porque te vicia, mas te faz se sentir amada, que é bom, ou seja, sua cara-metade é uma pessoa boa que te dá algo de ruim, que é, na verdade, bom, então esta pessoa má, torna-se boa. É algo mal que faz bem. Mas continua mal. E bom. Entendeu agora? Não? Então você entendeu, claro.
Explico. Se você entendeu, você realmente não entendeu nada. Mas se você não entendeu nada e está ainda mais perdido, você entendeu tudo. Isso é o amor: Algo bom e ruim ao mesmo tempo que, até em sua definição, confunde quem lê, machuca quem sente e alegra quem dá. E respectivamente, vice-versa.
E como diria meu amigo otimista: Eu te amo, você me vicia.
E como diria meu amigo pessimista: Você é um vício, me faz mal.
E como eu diria: Injeta.
Um comentário:
Infelizmente genial.
Explico.
O infelizmente eh porque vc esta certo.
Pat Gatto.
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