terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

A primeira parte está à toa

Quando a chuva cai,
Não distingue se é, se foi ou se vai.
Molha quem tá embaixo,
E suja, acho.

Quando o sol vem,
Queima o que está queimado também.
Queima quem tá embaixo,
Queima, acho.

Quando o vento sopra com força,
Arrepia o seio direito da moça.
E seca quem tá embaixo.
Seca, acho.

E quando a moça passa,
Arrepia, queima, que é uma desgraça.
E dói.

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