O sono bate profundo. A sensação de poder abrir a janela e voar pairava sobre seus olhos cansados e quase lacrimejantes. O vento frio de um ventilador em cima de uma cadeira o irritava mais que qualquer outra coisa.
21:59 no relógio. Um telefone à sua direita, uma garrafa vazia à esquerda, uma leve dor no pescoço.
Tudo que ele queria era alguém para suavemente apertá-lo e, em leves suspiros, dizer-lhes coisas e coisas que o dariam forças para levantar, andar, ir embora e se lembrar que amanhã será tudo igual.
Boa noite.
21:59 no relógio. Um telefone à sua direita, uma garrafa vazia à esquerda, uma leve dor no pescoço.
Tudo que ele queria era alguém para suavemente apertá-lo e, em leves suspiros, dizer-lhes coisas e coisas que o dariam forças para levantar, andar, ir embora e se lembrar que amanhã será tudo igual.
Boa noite.
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