Humberto Correia Neto andava pela calçada do centro de São Paulo. Desapercebido que era o jovem moço, nem viu o grande letreiro azul piscando sobre sua cabeça: "Grava-se o nome na hora, Grava-se o nome na hora".
Não pensou duas vezes:
- Moço, poderia gravar o nome da minha futura?
- Claro. Qual o nome dela?
- Kelly.
- Ok.
- Kelly, Kelly, Kelly, Kelly, Kelly, Kelly, Kelly, Kelly, Kelly, Kelly. Gravado.
- Uau. Que memória, exclamou.
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